Construindo legibilidade institucional...
Avaliação e seleção de parceiros
Você já sentiu que escolher uma OSC parceira depende mais de quem indicou do que da capacidade real da organização?
Avaliação e seleção de parceiros
Sem um padrão claro, escolher entre OSCs parceiras vira um processo que mistura percepção, indicação e urgência. O resultado são decisões que não se sustentam quando alguém questiona. O problema não é falta de informação. É falta de critério: leitura comparável e evidência registrada antes de a proposta ser aberta, para que a decisão seja defensável quando precisar ser.
Isso substitui a due diligence? Não, ela continua necessária. O que muda é que você chega na due diligence com critérios já definidos, e não improvisa o que vai analisar na hora.
Funciona para avaliar poucas OSCs também? Sim. Tanto para um comitê que analisa 3 parceiros por ano quanto para uma fundação com portfólio de 50 organizações.
O que muda na prática? Seu comitê passa a ter menos debate sobre critério e mais debate sobre conteúdo. A decisão fica mais rápida, mais justificável e mais fácil de defender internamente.
Se você é uma OSC que quer ser mais legível para quem financia, ou uma empresa que quer parar de escolher por indicação, temos frentes específicas para cada lado.